Na tarde de 28 de março, o 4.º encontro do Clube de Leitura encheu a BEC de Monte Real de histórias, risos e partilha.
Como já é hábito, cada um trouxe as suas leituras do momento. Falou-se de livros que marcaram, mas também daqueles que não se terminaram, em cumprimento do 3.º direito do leitor de Pennac: o direito de não acabar um livro.
Foi também dada voz à poesia, havendo quem a declamasse e quem a cantasse. E entre versos e parágrafos, surgiram histórias de vida, memórias que arrancaram risos e cumplicidades.
Já os livros de autoajuda dividiram opiniões, como seria de esperar. Para uns, são uma preciosa ajuda, um verdadeiro motor de transformação. Para outros, não despertam qualquer interesse. E foi precisamente nesta diferença que encontrámos uma das reflexões mais ricas da tarde: um mesmo livro tem sentidos diferentes conforme a pessoa que o lê ou conforme a fase da vida em que é lido.
Foi isto que tornou a tarde tão especial – a certeza de que a leitura é uma experiência profundamente pessoal e, ao mesmo tempo, incrivelmente enriquecedora quando partilhada.

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